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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Quebra-cabeça do Pooh


Fiz esses quebra-cabeças reaproveitando divisórias de fichário, que
não estavam mais sendo usadas. Cortei a lateral onde tem os furos,
risquei e dividi-os em partes (cada um tem 15 peças).
Vou levá-los para os meus alunos!

Beijinhos!
Olímpia

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Jogos e Brincadeiras para a Educação Infantil

Desenvolver atividades em Educação Infantil não é nada fácil, em razão dos alunos serem muito pequenos e ainda por não corresponderem de forma motora a muitas atividades. Assim, seguem algumas sugestões que poderão auxiliar o professor no cotidiano da sala de aula, bem como fora dela.


Caixa de Sensações: o professor pode encapar uma caixa de tênis fazendo um furo em forma de círculo, com dez centímetros de diâmetro. O professor deverá organizar materiais como retalhos, flocos de algodão, pedaços de lixa, tampinhas, caixinhas e outros objetos e ir colocando-os por uma das extremidades, a fim de que a criança, com a mão do outro lado, identifique o material.


Caminho Colorido: com folhas de papel pardo, faça um caminho para que as crianças carimbem os pés, com tintas coloridas. É uma atividade que envolve muito as crianças, e as deixam muito felizes.



Atividades que desenvolvem a psicomotricidade

Toca do Coelho: Dispor bambolês no pátio da escola de forma que fiquem duas crianças em cada um e que sobre uma fora do bambolê. Ao sinal do professor, as crianças deverão trocar de toca, entrando duas em cada um. Sempre sobrará uma criança fora da toca.


De onde vem o cheiro? A professora irá passar perfume em um paninho e o esconderá na sala, num lugar fácil, onde os alunos deverão descobrir de onde vem o cheiro.


Dentro e Fora: Fazer uma forma geométrica bem grande no chão e pedir que as crianças entrem na delimitação desse espaço. Se quiser o professor poderá fazer outra forma dentro da que já fez onde irá pedir que os alunos adentrem também, explorando ainda que se a forma é pequena eles irão ficar apertados.


Arremesso: O professor fará uma linha no chão, usando fita crepe e as crianças deverão arremessar garrafinhas plásticas cheias de areia, para frente. O professor irá medir as distâncias e verificar quem conseguiu arremessar mais longe. Depois, em sala de aula, poderá fazer um gráfico explicativo.


Pneus: Esses podem ser usados para várias brincadeiras, como pular dentro e fora, se equilibrar andando sobre a parte de sua lateral ou ainda quem consegue rolar o pneu de um determinado lugar até outro sem deixá-lo cair.


Que som é esse?: Com faixas de tnt preto, vendar os olhos dos alunos e fazer diferentes barulhos usando instrumentos musicais, latas, brinquedos, etc., a fim de que as crianças identifiquem os mesmos.


Caixa Surpresa: Com uma caixa de papelão encapada, o professor irá mandar para a casa de um aluno a fim de que os pais enviem algum material que possa ser descoberto pelas crianças. O professor vai fazendo descrições do material, até que as crianças descubram o que é.


Pega-Pega Diferente: Dividir a turma em dois grupos e identificá-los com lenços ou fitas de cores diferentes. Após o sinal do professor os grupos deverão pegar uns aos outros e a criança pega deverá ficar num espaço delimitado pelo professor. Vence o grupo que tiver mais pessoas que não foram pegas.


Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola


segunda-feira, 25 de maio de 2009


Blogagem coletiva em Defesa da Infância -
O Direito de Brincar


Além de ser um direito regulamentado por lei, o brincar é, para a criança de qualquer parte do mundo, muito importante. Nas brincadeiras a criança desenvolve a criatividade através do faz-de-conta e trabalha o que tem de mais sério, de mais necessário, de mais vital: o crescimento e o desenvolvimento da vida.

As brincadeiras são universais, estão na história da humanidade ao longo dos tempos, fazem parte da cultura de um país, de um povo. Achados arqueológicos do século IV a.C., na Grécia, descobriram bonecos em túmulos de crianças. Há referências a brincadeiras e jogos em obras tão diferentes como a Odisséia de Ulisses e o quadro jogos infantis de Perter Brueghel, pintor flamengo do século XVI. Nessa tela, de 1560, são apresentadas cerca de 84 brincadeiras que ainda hoje estão presentes em diversas sociedades. No Brasil, muitas delas podem ser encontradas no repertório das crianças de diversas regiões do país, por exemplo: “cabra-cega” e “boca de forno” parecem ser variantes das brincadeiras “galinha-cega” e “o-chefe-mandou”, representadas naquele quadro. Mas há também diferenças nos jogos, brincadeiras e brinquedos ao longo da história, no interior das culturas e entre as classes sociais. Assim, pode-se dizer que o brincar, ao mesmo tempo, expressa aquilo que há de universal e permanente na infância humana e as peculiaridades de uma determinada cultura ou grupo social.

Uma forma de brincar é o faz-de-conta das crianças, que começa muito cedo pela imitação dos adultos. Ao exercê-lo, a criança vai se apropriando das vivências cotidianas, internalizando essas experiências e tornando-as suas. Essa é uma das formas da criança explorar, experimentar e conhecer o mundo e a realidade que a circunda. Quando brinca de bonecas está re-apresentando o cuidar que experimenta da mãe, está vivendo esse papel em seus aspectos cognitivos e afetivos. No faz-de-conta pode exercer diversos papéis para, dessa forma, melhor compreendê-los. E, à medida que esse processo se amplia com a participação de outras pessoas, a criança vai aprendendo a lidar com diferentes situações, a estabelecer relações entre ela e o outro, ao mesmo tempo que se diferencia deste. As brincadeiras como cantigas de roda, cabra-cega, queimada e os diversos tipos de atividades esportivas e jogos como futebol, xadrez e damas, por exemplo, apresentam situações pré-estabelecidas, não são criadas por um indivíduo em particular. Portanto, não expressam diretamente aspectos de suas próprias vivências. Mas nelas também a criança experimenta emoções e vivências comuns a todos os indivíduos, simbolicamente representadas, e aprende a respeitar regras e limites, a conviver com o outro. Além disso, nas brincadeiras tradicionais, a criança entra em contato com experiências passadas, que fazem parte da história da cultura em que vive. Dessa forma, brincando – sem estar exercendo funções adultas – a criança elabora sentimentos, fantasias, angústias, medos, aprende a se relacionar com o mundo a se apropriar da história do grupo social do qual faz parte e da história da humanidade.

O brincar tem, hoje, sua importância reconhecida por estudiosos, educadores, organismos governamentais nacionais e internacionais. A Declaração Universal dos Direitos da Criança (aprovada na Assembléia Geral das Nações Unidas em 1959), no artigo 7º, ao lado do direito à educação, enfatiza o direito ao brincar: “Toda criança terá direito a brincar e a divertir-se, cabendo à sociedade e às autoridades públicas garantir a ela o exercício pleno desse direito”.


Fonte: http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=343


Participem! Repassem essa ideia!

Beijinhos!
Olímpia

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Reaproveitamento de materiais


BOLICHE NUMÉRICO

Material:
10 garrafas pet
EVA para decorar
Cola quente ou de contato

Canetas permanentes ou hidrocor

Meias para fazer a bola para jogar.

Decore as garrafas com tiras de eva de diversas cores; cole-as.

Ao centro
de cada garrafa cole um pedaço de eva e escreva os numerais de 0 a 9.
É ótimo para desenvolver várias habilidades nas crianças, inclusive as operações matemáticas e o cálculo mental.
Estudar dessa forma é muito mais prazeroso e significativo. Aprende-se brincando!


DOMINÓ tradicional feito com caixas de fósforo

Material:
28 caixas de fósforo vazias

EVA para cobrir as caixas e fazer as bolinhas

Cola quente ou de contato
Tesoura
Furador de papel


Modo de fazer:

Cubra as caixas com o eva;
faça bolinhas de eva usando o furador de papel (cores variadas - para cada número você precisa usar uma cor diferente);
faça uma divisória na caixinha, já coberta, com uma tirinha em eva;
cole as bolinhas conforme um dominó tradicional.
Pronto! Agora é só pôr em prática o jogo, aproveitar e se divertir pra valer.



BARANGANDÃO ARCO-ÍRIS

Material:

Jornal

Barbante (+ ou - 60 cm)
Tesoura
Papel crepom

Cola

Tinta guache

Pincel

Modo de fazer:
Corte o papel crepom (ainda enrolado) em pedaços e abra-os para fazer as tirinhas; dobre duas folhas de jornal - como se fosse um sanduíche; cole as tiras dentro do jornal dobrado; amarre com o barbante bem no meio do "sanduíche" de jornal.
Para finalizar (opcional) pinte o jornal com
tinta guache.
Para brincar é só girar o barbante sobre a cabeça.

Experimente e verá como o efeito do colorido é fantástico!
As crianças vão amar!


BILBOQUÊ

Material:

Garrafa pet
Tampa de refrigerante (furada ao centro)
Barbante (+ ou - 50 cm)
Tesoura
Cola quente ou de contato
Pedaços de eva
cola colorida

Modo de fazer
Corte a parte de cima da garrafa; amarre uma ponta do barbante na tampinha e a outra ponta em volta da boca da garrafa; cole tiras de eva na garrafa e use a cola colorida pra dar o toque pessoal e final.
Agora é só experimentar o brinquedo, brincando.


Oi, gente! Esse material é novinho aqui, mas pode ser que alguém já o tenha visto no blog da Greice - "Cantinho Alternativo" no espaço Eu faço parte do Cantinho Alternativo. Ele foi produzido no ano passado (2008) com os meus alunos do 1° ano em oficinas, quando trabalhávamos o Projeto Brinquedos e Brincadeiras. Como eu ainda não tinha esse cantinho, a minha querida amiga postou-o para mim. Mais uma vez, obrigada amiga!


Beijinhos!!!
Olímpia


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