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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Dia Mundial do Livro - 23 de abril

Livro

Apesar do surgimento de tantas novas tecnologias, o livro ainda permanecerá muito tempo entre nós, apesar de muitos alardearem sua futura "aposentadoria". Ele ainda é a forma mais democrática e acessível de conhecimento, se considerarmos a população mundial como um todo. E, há lugar para todos, felizmente!

O dia-homenagem foi instituído pela Unesco em 1996. Ele é celebrado em cerca de 100 países, e mobiliza uma vasta rede internacional de editores, livreiros, bibliotecários, associações de autores, tradutores e muitos outros amigos da causa do livro e da leitura.

É importante que se tome consciência dos benefícios econômicos, morais e cívicos da leitura, para que os indivíduos possam engajar-se na luta por um mundo melhor.

A escolha do dia deve-se ao fato que vários escritores consagrados, como Miguel de Cervantes, William Shakespeare, Vladimir Nabokov e Josep Pla, nasceram ou morreram em um 23 de abril.
O acesso à herança cultural através do livro possibilita o enraizamento do sujeito na comunidade, por dar-lhe suporte e coesão de idéias. O sentido comunitário do livro deve ser visto como prioritário, principalmente na educação das crianças, futuros cidadãos. 

Como em toda construção, o livro é um alicerce importantíssimo a formação de uma sociedade mais justa e igualitária.

"O livro constitui um meio fundamental para conhecer os valores, os saberes, o senso estético e a imaginação humana. Como vetores de criação, informação e educação, permitem que cada cultura possa imprimir seus traços essenciais e, ao mesmo tempo, ler a identidade de outras.
Janela para a diversidade cultural e ponte entre as civilizações, além do tempo e do espaço, o livro é ao mesmo tempo fonte de diálogo, instrumento de intercâmbio e semente do desenvolvimento" 

Fonte: Unesco

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dia Mundial do Livro Infantil

Confira no link abaixo a postagem sobre
o Dia Mundial do Livro Infantil
e o homenageado desse dia -
Hans Christian Andersen

http://tiapimpa.blogspot.com.br/2010/04/2-de-abril-hans-christian-andersen-e-o.html


Beijinhos!
Olímpia


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Dia da Reforma Agrária - 30 de novembro

Reforma Agrária


O direito à terra é uma reivindicação do homem, desde sempre. São dois os usos que se pode fazer da terra: possuir um pedaço de chão onde se possa morar e produzir alimentos para a família, ou possuir terras para explorá-las e obter lucro.


A propriedade da terra sempre trouxe questionamentos para a humanidade: como deve ser dividida, como deve ser explorada, quem deve ter o direito àquilo que a própria natureza deu ao homem sem nada cobrar. Tem direito quem herdou? Quem cuida bem? Quem é mais pobre e não tem como comprá-la? Tem mais direito quem investe recursos para cultivá-la? Ou tem mais direito quem a preserva como ela é?


A luta pela propriedade e pela divisão da terra já provocou e ainda provoca muitos conflitos, aqui e em outros países. Se voltarmos lá atrás na História, lembraremos dos confrontos entre camponeses, burgueses e aristocracia feudal. Estamos no começo do terceiro milênio e, pelo menos em nosso país, estas questões ainda não tiveram uma solução definitiva, pois geralmente ainda são resolvidas a partir de confrontos extremamente violentos.


DE QUEM É A TERRA?


Ser um proprietário de terra pode significar ter um lote individual de terra. Terras podem ser mantidas em sistema de cooperativa entre várias famílias. Uma grande quantidade de terras pode ser da propriedade de uma só pessoa. Nesse caso, as terras são chamadas de latifúndio e esse proprietário é chamado de latifundiário.


Segundo o Estatuto da Terra (www.incra.gov.br/estrut/pj/lei/4504.htm), Lei 4.504, Art.1º, "considera-se Reforma Agrária o conjunto de medidas que visem a promover melhor distribuição da terra, mediante modificações no regime de sua posse e uso, a fim de atender aos princípios de justiça social e ao aumento da produtividade. "Uma reforma dessas pode acontecer com o propósito de melhorar socialmente a condição de vida das pessoas envolvidas, tornar aquela sociedade mais igualitária, fazendo uma distribuição mais eqüitativa da terra, ou então para propiciar maior aproveitamento econômico de uma região e da renda agrícola, ou mesmo ter os dois propósitos ao mesmo tempo.


MOVIMENTOS DE LUTA PELA TERRA


A luta pela posse da terra também ficou conhecida como luta pela reforma agrária. Na década de 40, destacou-se um movimento ligado ao Partido Comunista, conhecido como Ligas Camponesas, que espalhou-se em todo o Nordeste, fruto da luta em Pernambuco pela desapropriação de uma fazenda chamada Galiléia.


Na década de 80, outro movimento, o MST, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, com o apoio do Partido dos Trabalhadores e da CUT (Central Única dos Trabalhadores), ganhou projeção nacional, impulsionando a ocupação de terras previstas para serem desapropriadas, pressionando o governo a agilizar o assentamento de famílias acampadas.


COMO SE FAZ UMA REFORMA AGRÁRIA?


Considerando que a terra é um bem da natureza e pode atender as necessidades de todos, acredita-se que a propriedade ou posse da terra deve estar subordinada ao cumprimento dessa função social e poderá ser exercida de várias formas: associação familiar, associação cooperativa, de empresa comunitária, estatal, pública, etc.


Pode-se mudar a estrutura de propriedade de uma terra, por exemplo, através de desapropriações (com indenizações aos proprietários) e expropriações (sem indenização, quando é provado que a terra está sendo usada por grileiros, criminosos, cultivo de drogas, contrabandistas, trabalho escravo etc.); penalizando e recolhendo as terras mal utilizadas ou em dívida de impostos; democratizando o uso de recursos naturais, garantindo o uso coletivo pelas comunidades, para subsistência e extrativismo.


Fonte: www.ibge.br


sábado, 19 de novembro de 2011

Dia da Bandeira do Brasil


Bandeira do Brasil

A atual Bandeira Nacional foi adotada pelo decreto n.° 4, de 19 de novembro de 1889, quatro dias após a Proclamação da República (15 de novembro de 1889). Sua elaboração foi realizada por Raimundo Teixeira Mendes (positivista), Miguel Lemos (diretor do Apostolado Positivista do Brasil), Manuel Pereira Reis (astrônomo) e Décio Vilares (pintor).


A Bandeira do Brasil é formada por um retângulo verde, no qual está inserido um losango amarelo, cujo centro possui um círculo azul com estrelas brancas (atualmente 27) e com uma faixa branca, que contém a frase: “Ordem e Progresso”. Cada elemento da bandeira possui um significado:


Verde: simboliza a pujança das matas brasileiras;
Amarelo: representa as riquezas minerais do solo;
Azul: o céu;
Branco: a paz;
Estrelas brancas: representa cada estado brasileiro e o Distrito Federal;
A frase “Ordem e Progresso”: influência de Augusto Comte, filósofo francês fundador do positivismo.


As estrelas na Bandeira Nacional estão distribuídas conforme o céu, na cidade do Rio de Janeiro, às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889, no qual a Constelação do Cruzeiro do Sul se apresentava verticalmente em relação ao horizonte da cidade do Rio de Janeiro. Entretanto, Raimundo Teixeira Mendes elaborou um desenho contrariando alguns aspectos da astronomia, priorizando a disposição estética das estrelas, e não a perfeição sideral.


A primeira versão da bandeira era composta por 21 estrelas, que representavam os seguintes estados: Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba do Norte (Paraíba), Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso, Município da Corte.


Posteriormente, foram inseridas novas estrelas, através das modificações da Lei n° 5.443, de 28 de maio de 1968, que permite atualizações no número de estrelas na Bandeira sempre que ocorrer a criação ou a extinção de algum estado. Nesse sentido, seis estrelas foram inseridas para representar os estados do Acre, Mato Grosso do Sul, Amapá, Roraima, Rondônia e Tocantins. Essas foram as únicas alterações na Bandeira do Brasil desde que ela foi adotada.


A Bandeira Nacional é um dos símbolos mais importantes do país, devendo ser hasteada em todos os órgãos públicos, escolas, secretarias de governo etc. Seu hasteamento deve ser feito pela manhã e a arriação no fim da tarde. A bandeira não pode ficar exposta durante a noite, a não ser que seja bastante iluminada.


Durante toda sua história, o Brasil teve várias Bandeiras até que se concretizasse a atual. Confira todas elas:



Bandeira de Ordem de Cristo (1332 - 1651)


Bandeira Real (1500 - 1521)


Bandeira de D. João III (1521 - 1616)


Bandeira do Domínio Espanhol (1616 - 1640)


Bandeira da Restauração (1640 - 1683)


Bandeira do Principado do Brasil (1645 - 1816)


Bandeira de D. Pedro II, de Portugal (1683 - 1706)


Bandeira Real Século XVII (1600 - 1700)


Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve (1816-1821)


Bandeira do Regime Constitucional (1821- 1822)


Bandeira Imperial do Brasil (1822 - 1889)


Bandeira Provisória da República (15 a 19 de Novembro 1889)


Bandeira da República Federativa do Brasil (19 de Novembro de 1889 até os dias atuais).


Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Dia do Cozinheiro - 10 de Maio

Só se aprende a cozinhar cozinhando!

Dia do Cozinheiro

Não costumamos incluir a arte culinária entre as artes clássicas, nem damos a ela uma posição de dignidade entre as atividades humanas. No entanto, alimentar-se é a mais vital e antiga das atividades dos animais e dos homens, a culinária a mais essencial e antiga de todas as artes.

Através dela os homens, em todas as culturas e em todos os tempos, prepararam os elementos naturais para serem consumidos com prazer e em grupo. Assim o mundo se faz homem e o homem, humanidade.

A Arte Culinária está presente no dia a dia mais comum de todas as famílias, motivo de orgulho dos pais e regozijo dos filhos. As refeições, servidas com arte e comidas com prazer, alimentam a alma da família.

Está presente nos dias especiais, nos aniversários e casamentos, nos rituais religiosos de todos os tipos. Comemos e bebemos para comemorar, para partilhar a colheita e a fé, para festejar a vida.

Diferente de outras artes, ela convoca simultaneamente a visão, o olfato, o paladar e o tato. Um prato pode ser uma obra de arte completa. O cozinheiro (culinarius) é pintor e escultor, mestre das cores e das formas fugidias.

É diferente do teatro porque o palco, a mesa, é a platéia. Assemelha-se à música, pois quem prepara os alimentos é o maestro da harmonia. Com sete notas apenas e poucos instrumentos são feitas as sinfonias.

Assim são harmonizados os poucos elementos da natureza: água, sal, açúcar, grãos, folhas, raízes, carnes e ervas, em proporções e formas tais que geram os pratos mais simples e mais sofisticados.

Tornando os alimentos o nosso próprio corpo, a nossa língua ficou carregada de sabores para adjetivar os nossos sentimentos e emoções e os temperos de nossa memória. Por isso temos deliciosas lembranças de pessoas doces, pessoas de bom gosto, que nos contaram coisas de nos deixar de boca aberta ou de dar água na boca.

Ou temos atravessadas na garganta, pessoas amargas e indigestas, osso duro de roer, que nos disseram coisas difíceis de engolir.

Por outro lado, temos pessoas sábias, bebemos suas palavras e nos alimentamos de sua sabedoria. E não podemos esquecer que temos um céu na boca. Podemos usufruir tudo isso graças à habilidade e destreza do cozinheiro!

Fonte: Educacional

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Dia do Jornaleiro - 30 de setembro

Dia do Jornaleiro

Ao que tudo indica, os jornaleiros já contam com 150 anos de história na vida do país. Tudo teria começado com negros escravos que saíam pelas ruas gritando as principais manchetes estampadas nas primeiras páginas do jornal A Atualidade (primeiro jornal a ser vendido avulso, no ano de 1858).
Coube aos imigrantes italianos, chegados ao Brasil no século 19, a expansão da atividade, paralela ao desenvolvimento da imprensa no País. Na época, os "gazeteiros", como eram chamados, não tinham ponto fixo, perambulando pela cidade com as pilhas de jornais amarradas por uma fita de couro, que carregavam no ombro.

Dia do Jornaleiro

Foi um dos imigrantes italianos, Carmine Labanca, quem primeiro montou um ponto fixo, na cidade do Rio de Janeiro – razão para muitos associarem o nome dos pontos-de-venda ("banca") ao sobrenome do fundador. A curiosidade fica por conta do modo como essas primeiras bancas eram montadas, sobre caixotes de madeira, com uma tábua em cima, onde eram acomodados os jornais para serem vendidos. 

Dia do Jornaleiro

Com o tempo, os caixotes evoluíram para bancas de madeira, que começaram a surgir em torno de 1910 e continuaram a habitar o cenário carioca, até mais ou menos a década de 50, quando foram sendo paulatinamente substituídas pelas bancas de metal – o que perdura até hoje.


Dia do Jornaleiro

A regulamentação das bancas veio com o então prefeito da cidade de São Paulo, Jânio Quadros, em 1954, por conta do paisagismo da cidade: entendeu o prefeito que as bancas de madeira não combinavam com o aspecto progressista da cidade. Por isso, ele passou a conceder licenças para novos modelos, o que veio a gerar um grande avanço na organização do espaço.

Dia do Jornaleiro

Atualmente, as bancas estão modernas: ar refrigerado, piso em mármore e inúmeros outros recursos, para favorecer o bem-estar dos consumidores.

Curiosidades:

Dia do Jornaleiro 

A palavra "gazeteiro", que também significa o aluno que costuma "gazetear" as aulas (faltar, sem que os pais soubessem), tem sua origem no jornaleiro, que era chamado de "gazeteiro". É porque a criançada preferia ficar nas bancas, olhando os jornais e revistas, ao invés de ir para o colégio.
"Gazetta" era o nome da moeda em Veneza, no século XVI. Foi essa palavra que deu origem ao Gazetta Veneta, jornal que circulava na cidade de Veneza no século XVII. Com o tempo, "Gazeta" virou sinônimo de periódico de notícias.
O nome "jornal", que veio a nomear, depois, o "jornaleiro", tem sua origem na palavra latina "diurnális", que se refere a "dia", "diário" – o que significaria o relato de um dia de atividades.

Dia do Jornaleiro 

Em 1876, o ajudante de impressor francês, Bernard Gregoire, saiu pelas ruas de São Paulo, a cavalo, oferecendo exemplares do jornal A Província de São Paulo. Mais tarde, o mesmo jornal tornar-se-ia O Estado de São Paulo, familiarmente conhecido como "O Estadão".

Dia do Jornaleiro 

(Informações e imagens retiradas da Revista do jornaleiro, na sua edição de outubro de 2004)

Fonte: www.estacio.br

domingo, 25 de julho de 2010

Dia dos Avós - 26 de julho

Dia dos Namorados

Você já se perguntou sobre qual a importância dos avós na educação das crianças? As gerações mais antigas sempre tiveram um papel fundamental na educação dos mais novos. Porém hoje em dia parece que a figura dos mais velhos, ou melhor dos avós vem sido esquecida na educação das crianças. Mas saiba que é muito importante que os avós também participem da educação dos pequenos.

O problema é que algumas famílias acham que os avós mimam os netos e estragam a educação ao invés de ajudar. Mas isso é um erro, já que os mais velhos têm muitas experiências de vida e que podem ser passadas para as gerações mais novas.


Com a mulher muito presente no mercado de trabalho, sobra para os avós a criação dos netos, então a responsabilidade da educação é toda deles. Os avós são um elemento a mais para ajudar na educação, são conselheiros, são o apoio dos filhos e dos netos; e muitas vezes colocam a criança nos trilhos certos por ter mais experiência de vida que você mesma.


Os avós não têm o peso nas costas que os pais têm, e é por isso mesmo que a comunicação entre as crianças e os avós é mais leve, espontânea e lúdica. Isso é um fato que ajuda e muito na educação. Então os avós acabam pegando o peso da educação das crianças por gosto e porque realmente querem. É um relacionamento muito positivo, onde ambos os lados só tem a ganhar, principalmente na troca de experiências, já que os avós ensinam as coisas importantes da vida e os netos ensinam para os avós as novas tecnologias.


Os erros que os pais tem medo de cometer com relação a educação dos filhos não são problemas para os avós, já que eles já passaram por todas as aflições de educar seus próprios filhos e sabem muito bem em como acertar na criação do neto.


Os avós são uma ajuda, um complemento para a educação que os pais, por muitas vezes, não tem tempo para se dedicar. Mas cuidado, que tudo tem limites; os avós não podem fazer com que você perca a sua autoridade. Apesar da importância da ajuda dos avós, quem ‘manda’ no seu filho é você e os avós não podem passar por cima da sua decisão como mãe. E tão pouco você deverá desautorizar os avós na frente dos seus filhos, já que a responsabilidade de olhar o seu filho é dos avós.


Não podemos esquecer também que muitas vezes os avós também são responsáveis pelo apoio financeiro aos filhos e aos netos, tendo então uma responsabilidade a mais na educação das crianças.


E cuidado, já que você também não pode abusar da ajuda dos avós, eles não são sua babá de luxo. Caso realmente precise é que você deixará o seu pequeno sob os cuidados dos avós. Então, nada de abusos e esquecer o seu filho na casa dos avós; você ainda tem a maior responsabilidade na criação deles.


Fonte: www.bigmae.com


Leia mais sobre o Dia da Vovó clicando AQUI


Dia dos Namorados

Esse é o meu selinho em homenagem a todos os

doces e queridos vovôs e vovós.

Leve-o com você!

Bom, como eu já sou uma vovó, devo considerar-me

pertencente a esse dia e esse dia a mim.

Obrigada Deus, por me presentear com uma

netinha tão linda e carinhosa - minha Letícia!

http://tk.files.storage.msn.com/x1pmAkndzHuOfd15aVzuWn0CX6392iDf0mO6QftruvnadVHb7xSBFwodchGmSTMPIxxi4pGL1buKP-0UrkF0vVbn3ChYlrvNqnl0jt9GuYIU_xHou4vOwv160--EaT83bztCVjREKZ--EwOlímpiahttp://tk.files.storage.msn.com/x1pmAkndzHuOfd15aVzuWn0CX6392iDf0mO6QftruvnadVHb7xSBFwodchGmSTMPIxxi4pGL1buKP-0UrkF0vVbn3ChYlrvNqnl0jt9GuYIU_xHou4vOwv160--EaT83bztCVjREKZ--Ew

sábado, 24 de julho de 2010

Dia do Motorista - 25 de julho

motorista 02

25 de julho é o Dia de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas.


É uma data especial para prestarmos homenagem aos profissionais do volante, pois é, também, o Dia do Motorista.


Seja o chofer particular, quase membro da família à qual presta serviços; homem de confiança que ouve tantas confidências, que se dedica de corpo e alma àqueles que o acolheram, dirigindo seus carros, suportando as "ranzinzices" dos mais velhos e as inconveniências dos mais jovens, babá e guarda-costas, sem hora certa para dormir, mas sempre com hora marcada para acordar.


Sejam os motoristas de táxi e de ônibus, que vivem tensos ante a possibilidade de assaltos; que enfrentam, no seu dia-a-dia, as barbeiragens daqueles que dirigem sem cuidado e tornam o trânsito cada vez mais louco; que suportam os ruídos das ruas e a irritação de passageiros nervosos; motoristas que, tão expostos às neuroses, têm que manter a calma e a serenidade.


Seja o caminhoneiro, herói de tantas jornadas pelas estradas cheias de surpresas e perigos, que escreve sobre o asfalto a história do nosso progresso; motorista das longas vigílias, que passa dias e dias distante da família, que enfrenta sol e chuva, estradas boas e más, à mercê dos defeitos mecânicos e exposto à imprudência de alguns irresponsáveis que eventualmente dirigem pelos mesmos caminhos.


ORAÇÃO DO MOTORISTA


Ó Senhor, por intercessão de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas, dai-nos firmeza e vigilância nos muitos caminhos da vida em busca de trabalho, lazer, felicidade e realização.

Todos somos caminhantes nas estradas deste mundo, acompanhai-nos constantemente para chegarmos ao destino sem acidentes e contratempos.

Protegei, ó Senhor, os motoristas que conduzem os modernos meios de transportes. Que eles possam ser guiados por vosso Espírito, e assim ajam com sabedoria e respeitem as leis de trânsito.

Protegei, ó Senhor, aqueles que caminham conosco e ajudai-nos a respeitar a todos, pedestres e transeuntes, agindo sempre com prudência.

Protegei, ó Senhor, os jovens que

dirigem e dai-lhes um coração sempre voltado à vida. Que possam descobrir vossa presença viva no mundo e respeitem a todos.

Que cresçam sempre guiados pelo vosso Espírito para que sejam os protagonistas da nova sociedade do terceiro milênio.

Confortai, ó Senhor, as famílias que perderam

as pessoas queridas, vítimas do cruel trânsito brasileiro.

Dai-lhes a esperança necessária para viverem em vossa presença sem condenação ou rancor.

Que possamos, Senhor, descobrir vossa presen

ça na natureza e um tudo o que nos rodeia, am

ando assim cada vez mais a vida. Amém!".

Fonte: www.expli.com.br

http://www.imagensdahora.com.br/gifs_animados/gifs/12Transportes//carro_vermelho_piscando_farol.gif

Esse é o meu selinho em homenagem aos motoristas.
Leve-o com você!

Marie

Olímpia

sábado, 3 de julho de 2010

♫Quem quer pão, que está quentinho...♫

Dia do Panificador

Padeiro Pequeno Fotos De Stock Royalty Free
Foto De Stock Royalty Free


Dia 08 de julho é dia de Santa Isabel, padroeira dos panificadores.

Por isso, neste dia é comemorado também o Dia do Panificador, conhecido popularmente como padeiro.


A panificação é uma atividade muito antiga. Os primeiros pães foram assados sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas. A utilização de fornos de barro para cozimento dos mesmos começou com os egípcios, sendo atribuída a eles também a descoberta do acréscimo de líquido fermentado à massa do pão para torná-la leve e macia.


Na mesma época, os judeus também fabricavam pães, porém sem fermento, pois acreditavam que a fermentação era uma forma de putrefação e impureza. A Jeová só ofereciam pão ázimo, sem fermento, o único que consomem até hoje na Páscoa.


Na Europa o pão chegou através dos gregos. O pão romano era feito em casa, pelas mulheres, e depois passou a ser fabricado em padarias públicas. Foi aí que surgiram os primeiros padeiros. Com a queda do Império Romano, as padarias européias desapareceram, retornando o fabrico doméstico do pão na maior parte da Europa.


No século XVII, a França tornou-se o centro de fabricação de pães de luxo, com a introdução dos modernos processos de panificação. Depois, a primazia no fabrico de pão passou a Viena, Áustria.


A invenção de novos processos de moagem da farinha contribuiu muito para a indústria de panificação. Durante o processo de evolução da fabricação de pães foram utilizados para triturar grãos de trigo, os moinhos de pedra manuais, os movidos por animais, os movidos pela água e, finalmente, pelos moinhos de vento. Apenas em 1784 apareceram os moinhos movidos a vapor. Em 1881, com a invenção dos cilindros, a trituração dos grãos de trigo e, conseqüentemente, a produção de pães foi aprimorada consideravelmente.


De acordo com o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre, o Brasil conheceu o pão no século XIX. Antes do pão, o que se conhecia, em tempos coloniais, era o biju de tapioca. No início, a fabricação de pão, no país, obedecia a uma espécie de ritual próprio, com cerimônias e cruzes nas massas. Foi com a chegada dos imigrantes italianos que a atividade da panificação começou se expandir.


Fonte: UFGNet

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