quarta-feira, 7 de julho de 2010

Um sol diferente

Neste dia eu lhe desejo um sol diferente.

Que apesar de todas as dificuldades,
apesar de algumas tristezas que insistem,
que mesmo com essa montanha erguida,
o sol possa ser seu presente mais doce.

Desejo ao seu coração o querer que ele quer.
Que nas palavras que ele sussurra dentro do seu peito,
sejam ouvidas aquelas que têm sabor de liberdade.
Que você esteja atendo para o sopro da sua vontade real,
e jamais desista dos seus passos em direção à verdade.

Desejo que sua percepção acorde mais plena
no calor de um sol novo e renovador.
Que ele lhe encoraje às atitudes
que estão querendo respirar.
Aquelas que sempre são substituídas,
Aquelas que não se arrojam
por ter os pesos de conceitos por demais antigos.

Desejo que você aceite seu tempo, seja ele qual for.
Que sinta serenidade na espera necessária
para que a semente plantada brote no tempo certo.

Desejo então que sua flor seja inteira,
e mesmo que inicialmente pequena e frágil,
ela lhe traga as luzes de uma estrada azul.

Que sua sabedoria esteja desperta aguardando com
tranqüilidade o desabrochar da sua flor.
Em paz, em cadência ritmada
com o aprendizado que vem chegando.
Em mais suaves permissões a você.
Em muito mais reconhecimento da sua coragem.

Desejo a você um sol diferente.

Espalhando seu sorriso pela densidade das nuvens,
simplificando o aspecto complicado de alguns momentos
e mostrando-lhe a fonte essencial para sua sede.

Desejo que a cada instante você desnude mais seu coração
e deixe que nele vibre em tom maior: O AMOR .

O amor na sua expressão mais simples.
Que não mede, não faz contas
e que tem o poder de lhe erguer
acima de todas as montanhas escuras.

sábado, 3 de julho de 2010

Receita de Pão Caseiro

PÃO CASEIRO


  • 2 copos e 1/2 de água morno
  • 2 colheres de sopa de açúcar
  • 1 colher de sal
  • 1 ovo
  • 1 copo de óleo
  • 1 kg de farinha de trigo
  • 50 g de fermento de padaria


    1. Misturar o fermento de padaria na água morna
    2. Levar ao liquidificador: o açúcar, o óleo, o sal, o açúcar, o ovo e a água com o fermento
    3. Bater por alguns minutos
    4. Colocar em uma bacia grande esta mistura e acrescentar o trigo aos poucos, misturando com as mãos (a quantidade de trigo suficiente se dá quando a massa não grudar em suas mãos)
    5. Deixar crescer por 1 hora
    6. Dividir a massa em partes e enrolar os pães
    7. Deixar crescer novamente por 40 minutos
    8. Levar para assar por mais ou menos 30 minutos
    9. Se desejar: Substituir o óleo por banha
    10. Acrescentar a massa já pronta torresmo ou lingüiça

    ♫Quem quer pão, que está quentinho...♫

    Dia do Panificador

    Padeiro Pequeno Fotos De Stock Royalty Free
    Foto De Stock Royalty Free


    Dia 08 de julho é dia de Santa Isabel, padroeira dos panificadores.

    Por isso, neste dia é comemorado também o Dia do Panificador, conhecido popularmente como padeiro.


    A panificação é uma atividade muito antiga. Os primeiros pães foram assados sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas. A utilização de fornos de barro para cozimento dos mesmos começou com os egípcios, sendo atribuída a eles também a descoberta do acréscimo de líquido fermentado à massa do pão para torná-la leve e macia.


    Na mesma época, os judeus também fabricavam pães, porém sem fermento, pois acreditavam que a fermentação era uma forma de putrefação e impureza. A Jeová só ofereciam pão ázimo, sem fermento, o único que consomem até hoje na Páscoa.


    Na Europa o pão chegou através dos gregos. O pão romano era feito em casa, pelas mulheres, e depois passou a ser fabricado em padarias públicas. Foi aí que surgiram os primeiros padeiros. Com a queda do Império Romano, as padarias européias desapareceram, retornando o fabrico doméstico do pão na maior parte da Europa.


    No século XVII, a França tornou-se o centro de fabricação de pães de luxo, com a introdução dos modernos processos de panificação. Depois, a primazia no fabrico de pão passou a Viena, Áustria.


    A invenção de novos processos de moagem da farinha contribuiu muito para a indústria de panificação. Durante o processo de evolução da fabricação de pães foram utilizados para triturar grãos de trigo, os moinhos de pedra manuais, os movidos por animais, os movidos pela água e, finalmente, pelos moinhos de vento. Apenas em 1784 apareceram os moinhos movidos a vapor. Em 1881, com a invenção dos cilindros, a trituração dos grãos de trigo e, conseqüentemente, a produção de pães foi aprimorada consideravelmente.


    De acordo com o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre, o Brasil conheceu o pão no século XIX. Antes do pão, o que se conhecia, em tempos coloniais, era o biju de tapioca. No início, a fabricação de pão, no país, obedecia a uma espécie de ritual próprio, com cerimônias e cruzes nas massas. Foi com a chegada dos imigrantes italianos que a atividade da panificação começou se expandir.


    Fonte: UFGNet

    Carinho de amigas!



    Selinho de agradecimento da Sandra





    Selinho da Anninha
    Esse blog me encanta





    Agradeço todo o carinho de vocês amigas!

    Beijinhos!

    Olímpia

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